A pedido da associada Elisabete Artoni, vereadores estiveram na Sede Social na sexta-feira (12) e destacaram potencial turístico da região
Por Leandro Silva
Quatro dos nove vereadores de Ilha Solteira, incluindo dois integrantes da Mesa Diretora, estiveram na Sede Social na sexta-feira (12), em reunião com o presidente da Diretoria Executiva, Artur Marques. O objetivo foi reiterar o interesse por uma unidade de lazer (UL) da AFPESP no município, proposta igualmente defendida pela associada Elisabete Artoni.
Alberto dos Santos Júnior (PSD) e Docílio José Correia Feitosa (União Brasil), presidente e vice-presidente da Casa — mais conhecidos como Beto Preto e Cido, respectivamente — além de Alessandro dos Santos Rodrigues (PT), chamado de Tomate, e Murilo Lima (PT) retomaram a ideia já apresentada em 2022 e 2023.
Da esq. para a dir.: Cido (vice-presidente da Câmara Municipal de Ilha Solteira); Beto Preto (presidente da Câmara Municipal de Ilha Solteira); Artur Marques (presidente da Diretoria Executiva da AFPESP); Tomate e Murilo Lima (vereadores). Foto: Elisa Izumi Torres
“Estivemos aqui em outras ocasiões e hoje pensamos inclusive em uma contrapartida para que o projeto se torne realidade, pois vai beneficiar a região em termos de emprego e renda”, afirmou Beto Preto.
Além do desenvolvimento regional, os atrativos que fazem da cidade uma estância turística valorizam experiências de lazer e descanso.
“Ilha Solteira fica às margens dos rios Paraná e São José. Temos praia [de água doce] e várias atrações em uma região muito bem estruturada. Com certeza vai enriquecer o turismo para os servidores do Estado”, disse Tomate.
Praia Catarina. Foto: Prefeitura de Ilha Solteira
O vereador Murilo Lima lembra ainda que Ilha Solteira tem instituições de referência em ensino público que abrigam servidores. “Somos fortes em educação, ou seja, nossos munícipes poderão participar dessa grande iniciativa. Estamos de portas abertas para receber a AFPESP.”
Funcionam no município a Faculdade de Engenharia da Unesp (Universidade Estadual Paulista), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo e uma unidade da Etec (Escola Técnica Estadual).
Caso a proposta avance, os vereadores devem incluir a prefeitura nas discussões para viabilizar área de instalação e outras questões técnicas.
“Quero agradecer ao presidente, Artur Marques, e à toda a equipe da AFPESP pela oportunidade de apresentar melhorias tanto para Ilha Solteira como para os associados”, concluiu Cido.
Associada torce para que projeto se concretize
Associada à AFPESP desde 2016, Elisabete Fernandes Artoni solicitou aos vereadores um reforço à proposta de uma unidade de lazer onde mora.
Procuradora Jurídica na Câmara Municipal de Ilha Solteira, ela conhece os pontos altos da cidade e afirma que os atrativos combinam com o alto padrão da associação.
“Somos a região dos grandes lagos, um lugar lindo por natureza e com urbanização planejada. Quem gosta de sol e pescaria encontra passeios o ano inteiro. Então, pensei comigo: por que não uma AFPESP aqui? O pessoal de São Paulo vai amar.”
A primeira unidade que conheceu foi Appenzell, em Campos do Jordão, e a hospedagem marcou. “Fiquei maravilhada com os funcionários, a limpeza, a qualidade dos serviços. O que me leva a indicar a associação é a integridade e o fato de ver as coisas acontecendo.”
Associada Elisabete Artoni na UL Appenzell Campos do Jordão. Foto: arquivo pessoal
Outro ponto que considera na torcida por uma UL no município é a distância. “Viajamos pouco porque estamos longe das unidades. A mais próxima daqui é Ibirá. Então, seria um presente para os servidores do noroeste paulista.”
Mais benefícios para os associados
Na avaliação do presidente da Diretoria Executiva da AFPESP, manter um olhar permanente para oportunidades de expansão dos benefícios oferecidos pela entidade é fundamental, assim como ouvir as demandas dos associados.
“A ampliação da rede de unidades de lazer é um tema acompanhado continuamente não apenas pela Diretoria Executiva, mas por todos os órgãos diretivos da associação. Qualquer iniciativa nesse sentido é sempre bem recebida”, declarou Artur Marques.
Eventuais propostas recebem análise criteriosa que consideram aspectos financeiros, operacionais e o potencial de atendimento aos associados.
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