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Dengue, zika ou chikungunya: laboratório alerta à importância do diagnóstico rápido e preciso

Saúde
13 Março 2026

Doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti apresentam sintomas semelhantes; teste clínico rápido e eficaz é diferencial para tratamento adequado

Por Redação

A temporada de chuvas faz dobrar a preocupação com o aumento de casos de dengue, zika e chikungunya. Tais doenças virais transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti apresentam sintomas iniciais muito semelhantes, como febre alta, dores de cabeça, no corpo e articulações e manchas vermelhas na pele, o que pode dificultar o diagnóstico baseado apenas na avaliação clínica e, consequentemente, o tratamento adequado.

“Saber exatamente qual vírus está causando a infecção permite que a equipe médica adote as melhores condutas, monitore possíveis complicações, como a queda de plaquetas na dengue, e evite a prescrição de medicamentos contraindicados, o que impacta diretamente na segurança e na recuperação do paciente”, afirmou Luciana Campos, infectologista do Grupo Sabin, em nota à imprensa.

O Grupo Sabin desenvolveu um exame capaz de detectar os três vírus numa única amostra de sangue, utilizando a técnica RT-PCR (Reação em Cadeia da Polimerase com Transcrição Reversa). O exame possibilita que médicos determinem com mais velocidade e precisão o tratamento adequado. “O diagnóstico diferencial é importante, pois embora os sintomas sejam parecidos, a evolução e o tratamento para cada uma dessas doenças são distintos”, frisou Luciana.

Prevenção

Até fevereiro, o estado de São Paulo computava quase 5 mil casos de dengue e um óbito. A vacinação, iniciada em 2024, priorizou crianças e adolescentes de 10 a 14 anos; foi incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e, no último mês, passou a ser aplicada em profissionais da Atenção Primária à Saúde, da rede municipal da capital.

Já a vacina contra a chikungunya, desenvolvida pelo Instituto Butantan, teve o registro aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2025, e a aplicação foi iniciada como um projeto piloto em dez municípios do país, para adultos de 18 a 59 anos. Vale lembrar que as ações de prevenção à proliferação do mosquito, como eliminar recipientes com água parada e utilizar repelentes, contribuem diretamente no combate às doenças.

 

Fonte: Grupo Sabin e Governo do Estado de São Paulo

 

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