Moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo devem tomar o imunizante de reforço, independentemente da situação vacinal
Por Redação
Conforme recomendação do Ministério da Saúde, a vacinação contra o sarampo foi ampliada para toda população de seis meses a 59 anos de idade nas cidades de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, nesta segunda-feira (3).
A ação foi iniciada após o estado de São Paulo registrar 16 casos da doença neste ano, entre eles bebês de 2 anos e adultos entre 20 e 50 anos. A orientação é que os moradores das cidades citadas procurem os postos de saúde, independentemente da situação vacinal, para receber o imunizante de reforço. A campanha acontece até 1º de setembro.
Em outras cidades, o esquema vacinal permanece de acordo com a idade. Crianças de 12 meses recebem a primeira dose da vacina tríplice viral e, aos 15 meses, a segunda dose. Pessoas de 5 a 29 anos devem comprovar duas doses da vacina; de 30 a 59 anos, pelo menos uma.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), nas cidades da região metropolitana e na capital, crianças de 6 a 11 meses e 29 dias devem receber a “dose zero” como medida adicional de proteção, sem substituir as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. A mobilização também visa atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos.
Ainda conforme a SES-SP, a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, além de caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde e integra o Calendário Básico de Vacinação.
Dúvidas e mais informações, acesse o portal www.vacina100duvidas.sp.gov.br
Sobre o sarampo
O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar, mas prevenível por vacinação.
Os principais sintomas são febre alta; manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo; tosse; coriza; conjuntivite e mal-estar intenso. Em casos mais graves, pode causar pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.
Pessoas com sintomas devem procurar atendimento em uma unidade de saúde para avaliação clínica e orientação sobre exames. A confirmação do diagnóstico depende de avaliação médica e de exames laboratoriais.
Fonte: Governo do Estado de São Paulo, Ministério da Saúde
