Rafael Aguirrezábal e Anselmo Abreu se reuniram com membros da Diretoria Executiva para tratar de expectativas sobre a reforma tributária
Por Redação
Os auditores fiscais tributários municipais de São Paulo Rafael Rodrigues Aguirrezábal e Anselmo Zilet Abreu visitaram a Sede Social da AFPESP para tratar da reforma tributária. Ambos representam a Associação dos Auditores Fiscais Tributários do Município de São Paulo (AAFIT-SP), na condição de vice-presidente e consultor de eventos de coordenação científica, respectivamente.
Os dois foram recebidos no final de dezembro pelo presidente da AFPESP, Artur Marques; pelo 1º vice-presidente, Antonio Luiz Pires Neto; e pela diretora econômico-financeira, Lizabete Machado Ballesteros. A gerente e o supervisor da Controladoria da entidade, Gisela Santana Neri dos Santos e Hélio Antonio Benicio, também acompanharam a reunião.
“Viemos discutir as dúvidas e inseguranças em função da reforma tributária, que está em processo de regulamentação. A reforma entra em vigor em 2026, de forma gradual, com alguns mecanismos e um período de transição longo. Então, existe uma preocupação grande das áreas de controle, contabilidade e compliance”, afirmou Rafael Aguirrezábal.
Da esq. para a dir.: Antonio Luiz Pires Neto (1º vice-presidente da Diretoria Executiva); Anselmo Zilet Abreu (consultor de eventos de coordenação científica da AAFIT-SP); Rafael Rodrigues Aguirrezábal (vice-presidente da AAFIT-SP); Artur Marques (presidente da Diretoria Executiva); Lizabete Machado Ballesteros (diretora econômico-financeira da Diretoria Executiva); Gisela Santana Neri dos Santos (Gerente da Controladoria); e Hélio Antonio Benicio (supervisor da Controladoria).
Desde 1º de janeiro deste ano, boa parte das empresas passou a emitir notas fiscais com indicação de novos impostos: Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). O sistema funciona em fase de testes, ou seja, os dados fiscais são registrados, mas não há cobrança dos tributos — o que ocorrerá somente a partir de 2027.
A CBS substitui o PIS, a Cofins e o IPI (tributos federais). Já o IBS vai substituir o ICMS (tributo estadual) e o ISS (tributo municipal).
A AAFIT-SP, que congrega servidores da área fiscal, acompanha as mudanças e se dispõe a contribuir para esclarecimentos. “Nós trabalhamos desde a origem da reforma, incluindo o texto-base, e buscamos entender os desafios que estão por vir, como adequação sistêmica, impacto da nova tributação e outros pontos que podem facilitar o dia a dia das instituições que precisam se adaptar à nova legislação”, disse Anselmo Abreu, que também é associado da AFPESP.



