Embora números sejam inferiores aos de 2025 no mesmo período, orientação é para cuidados e prevenção
Por Redação
Até o início de março, o Brasil computava 140 casos confirmados de Mpox, segundo dados do Ministério da Saúde. Desses, mais da metade estão no estado de São Paulo. Conforme monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), até esta quinta-feira (19), foram 83 casos confirmados.
Apesar dos números de 2026 serem inferiores aos de 2025 – que somavam 180 pessoas infectadas já no primeiro trimestre no estado paulista –, os serviços de saúde seguem com ações de vigilância para conter a transmissão ampliada.
A doença é do mesmo gênero da varíola humana, porém menos letal. A transmissão ocorre por meio do contato com pessoas infectadas, materiais contaminados ou animais silvestres infectados. O principal sintoma é a aparição de erupção cutânea ou lesões de pele, acompanhada de dores de cabeça, febre, linfonodos inchados (ínguas), dores no corpo e fraqueza.
Em caso de suspeita, a SES-SP orienta que o paciente procure avaliação médica. O diagnóstico é realizado por exames laboratoriais, como o teste RT-PCR para Mpox. Se confirmado, recomenda-se o isolamento do paciente por 21 dias.
Em nota à imprensa, a rede de diagnóstico Grupo Sabin ressaltou que a doença, na maioria das vezes, é autolimitada, ou seja, a enfermidade costuma desaparecer de forma espontânea, sem necessidade de tratamento. Conforme a nota do laboratório, o paciente deve receber atenção clínica para aliviar os sintomas, evitando complicações graves, especialmente, em crianças, mulheres grávidas ou pessoas com imunossupressão devido a outros problemas de saúde.
Prevenção contra a Mpox:
• Higienize as mãos com água e sabão e use álcool em gel;
• Não compartilhe roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;
• Evite contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;
• Mantenha isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação da doença.
Fontes: Agência Brasil, Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e Grupo Sabin




