Cada órgão público deve definir como e quando será o retorno presencial, mas servidores que fazem parte do grupo de risco só precisarão voltar após a imunização completa contra a Covid-19
Por Redação
Uma das medidas adotadas pelo governo de São Paulo, desde o dia 15 de março de 2020, para evitar a disseminação do novo coronavírus foi a adoção do home office. Hoje, dia 14 de julho de 2021, o governador João Doria determinou que os servidores da administração pública direta e autárquica voltem a trabalhar presencialmente.
A decisão, segundo Doria, está baseada na indicação de queda do número de casos, de internações e de óbitos devido a Covid-19.
Cada órgão público deve definir como e quando será o retorno presencial, mas servidores que fazem parte do grupo de risco definido pelo Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria da Saúde só precisarão voltar após a imunização completa contra a Covid-19, ou seja, após 14 dias da segunda dose ou dose única da vacina.
Para evitar os horários de pico, os servidores que dependem dos transportes públicos poderão contar com tolerância de 30 minutos na hora de entrar e sair do trabalho.
Vale lembrar que, no dia 8 de julho, quando cerca de 800 mil profissionais da educação básica da rede pública haviam sido imunizados com a primeira dose e 280 mil haviam recebido as duas doses ou a dose única, a Secretaria de Educação já definiu que os profissionais da Educação em home office deveriam retornar ao trabalho presencial após a imunização contra a Covid-19. As exceções são os profissionais que fazem parte do grupo de risco e que não puderem ser vacinados, conforme prescrição médica; além dos servidores com diagnóstico positivo de Covid-19, suspeita atestada ou recomendada pela vigilância epidemiológica.



